Bitcoin se aproxima dos US$ 100 mil: comprar, vender ou esperar?
Bitcoin em alta: o que está acontecendo?
O Bitcoin voltou a chamar atenção ao se aproximar da marca histórica de US$ 100 mil. Em abril de 2026, a criptomoeda está cotada a US$ 97.200, com alta de 2,4% no dia. O movimento reflete uma combinação de fatores: aumento da adoção institucional, enfraquecimento do dólar global e retorno do apetite por risco nos mercados.
Para o investidor brasileiro, há um elemento extra: com o dólar caindo frente ao real, o Bitcoin em reais sobe menos do que em dólar — mas ainda assim representa uma valorização expressiva.
O que dizem os analistas?
As opiniões estão divididas. Analistas otimistas apontam que cada vez que o Bitcoin superou uma resistência histórica, continuou subindo. A marca de US$ 100 mil seria apenas um número psicológico, não uma barreira técnica real.
Analistas cautelosos lembram que o Bitcoin já caiu 80% de suas máximas em ciclos anteriores. A volatilidade permanece alta e nenhum investimento é garantido — especialmente em criptomoedas.
Como o investidor brasileiro deve encarar o Bitcoin?
O consenso entre especialistas é tratar o Bitcoin como uma pequena parcela da carteira — entre 1% e 5% para perfis moderados. Funciona como um ativo de alto risco e alto potencial que não deve comprometer os objetivos financeiros principais.
Nunca invista em Bitcoin dinheiro que você vai precisar em menos de 2-3 anos. A volatilidade pode ser brutal no curto prazo.
Como comprar Bitcoin no Brasil?
As principais opções são exchanges brasileiras como Mercado Bitcoin, Foxbit e Binance, ou via ETFs de Bitcoin disponíveis na B3 (como HASH11 e BITH11) — mais regulados e com tributação mais simples.